10
de
junho
* POEMA PARA GIOVANA *
Como não sou poeta, recorro ao Armadilha de Vidro , livro da queridíssima poeta Diva Cunha, que sempre me emociona, para fazer um afago na minha amiga Giovana Paiva, tão longe, tão distante e ao mesmo tempo, tão perto, tão presente.
Barcelona: 20 horas
(diva cunha)
Meu coração trabalha a favor do relógio:
um, dois e três
o satélite entra no ar
estabelecendo laços
nunca antes olvidados.
Estoy muerta por fora
pero muy viva por dentro
com duzentos millones
de pares de olhos
me indagando:
donde vens
o para onde vas, mujer?
O silêncio não dói
o que dói é não ver passar o rio da minha terra
no seu caminho
para o mar
Atlântico dos meus sueños más amplios
- naves e aves -
onde me fui e faço
linha tensa
fiando solta
no espacio.


Comentário por Giovana — 10 de junho de 2006 (17:25)
Ai!!! Ufa!!! … Muito obrigada, um beijão e muitas saudades.
Comentário por Francilúsia Xavier — 12 de junho de 2006 (13:39)
Gente, que chique isso daqui, hein? bem, tudo, a tua cara mesmo. Sordade docê muié! Um abraço… Fran